Contos do meu Dia
O Dia do Aparecimento
22.00h em ponto,
Em Vários Locais na pequena cidade de Viseu transformam-se como um arco iris relanpejante de onde viesse do NADA!?
Exatamente vindo do NADA!?
NADA não, o tal arco iris berrante vinha do meu sitio, da minha zona, da minha terra!
Imaginação é o que nao me falta e a terra onde estou vai levar varias pessoas que me fizeram pensar, sonhar,
refletir,chorar,rir e amar a esta História que nao é de encantar mas sim de Realidade.Onde muitas pessoas ficarão a saber
como é esta terra.
PoKkland é o nome da virtuosa, impiadosa, abstrata e sonhadora Terra onde na maoir parte se passam os contos. Todas as
pessoas intrevenientes nestes contos existem de realidade e na minha imaginação.... e quem diz que que as que existem na
minha cabeça nao existam mesmso?! por isso desfrutem para quem me conhece a tentar descobrir se são ou nao são tais
personagens.....
Tudo começa por que há um fim lógico para começar.Naquele dia pensamos,pensamos e chegamos a conclusão que o Dia do
Aparecimento tinha que por vim mais cedo ou mais tarde, e acabou por vir!
O tempo urge para o fim do começo e tem que ser rápido... muitas horas de selecção e prontos para a atuação final, o
tal arco iris em Viseu começou a ficar cada vez mais forte e pufff.... setenta e quatro pessoas levadas,sugadas,enviadas
para o meio de NADA!? no meio de pó, terra emlameada as pessoas foram separdos por três grupos indistintos... olhares de
medo e pavor atormentavam estes jovens que se sentiam no meio de ninguém, já que o ambiente era frio e escuro. Tinha umas
arvores secas, troncos pelados, parecia as arvores tristes e gélidas que vemos nos filmes de terror! Um barulho nao muito
longe lembrava uma cascata de grandes dimensões ja que o barulho era implacavelmente alto e o ar sentia-se uma brisa
molhada a bater nas caras. - onde é isto?onde estamos?- Pergunta Andreia numa emoção mista de medo e de emoção, ja que o
seu coração batia tão alto que os outros "companheiros" conseguiam-no ouvir naquele lugar imundo...
-Espera,espera! mas eu conheço essa voz!-exclamava um rapaz de estrutura baixa mas possante.
-Andreia?!! -Gonçaglo? És mesmo tu? O que aconteceu contigo?
-Um arco iris pareceu-me forte bateu-me nos olhos e depois senti-me sugado.
- A mim também aconteceu a mesma coisa. Falou uma rapariga muito bonita que se chamava Ana Prada.
-Entao viemos para este lugar pelo mesma forma! disse a Andreia irrequieta!
Começaram a falar por entre o escuro e descobriram que eram pelo menos sete pessoas e subitamente um barulho e clarões de
tochas se aproximava por tras das ramos mortos das gélidas arvores! Por fim por mais que o "grupo" quise-se saber o que era
"aquilo", era um misto de homem anão com um duendes! mas há volta nao havia uma figura mas sim quatro, empunhando machados
naquelas mãos secas e flácidas.
- Carne Fresca. disse uma tal figura nojenta, nesse momento um pavorço humano se instalou.
Berros, gritos, choros, ouviam-se por alguns quilometros e eles começavam a avançar para o grupo e a rirem-se e a babarem-
se e quando um levantou a machada para acertar numa menina no qual seu nome era Liliana, surge algo na sombra que abateu de imediato a criatura! eliminou os quatro num instante, as tochas cairam das mãos de uma das criaturas e o vulto apanhou-o e quando se virou para o grupo houve um sorriso de algumas pessoas que talvez conheciam o tal "vulto" que abateu aquelas criaturas num lápice [....]
o Conto continua daqui a 2 dias, e espero que meta água na boca